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O Recorde de 721 mil processos aéreos e a blindagem operacional para agências em 2026

Uma gestora de agência de turismo em um escritório moderno, olhando focada para um monitor de computador que exibe um painel de controle e dados operacionais.

O cenário da aviação no Brasil atingiu um ponto de saturação jurídica que exige uma mudança imediata na postura das agências e operadoras de viagens.

Dados atualizados em fevereiro de 2026 revelam que o país acumulou mais de 721 mil processos judiciais contra companhias aéreas nos últimos três anos.

Esse volume de litígios é impulsionado principalmente por cancelamentos e atrasos de voos concentrados em estados como São Paulo e Rio de Janeiro. O que antes era um risco moderado tornou-se um gargalo financeiro e reputacional que ameaça a margem de lucro de quem intermedia esses serviços.

A grande disrupção para o trade turístico neste ano não vem apenas do aumento das reclamações, mas também de uma mudança de entendimento nos tribunais superiores.

Decisões recentes do Superior Tribunal de Justiça e de tribunais estaduais começaram a reconhecer a ilegitimidade passiva das agências de viagens em casos de falhas operacionais exclusivas das companhias aéreas. Isso significa que a justiça está começando a diferenciar quem vende o pacote de quem opera o voo.

No entanto, essa proteção jurídica não é automática: ela depende da capacidade da agência de provar que cumpriu seu dever de informação e assistência.

O insight central para o empresário do turismo é que a ordem operacional deixou de ser uma tarefa administrativa para se tornar uma estratégia de sobrevivência jurídica.

Agências que operam no caos, sem registros claros de comunicação com o cliente ou sem o monitoramento em tempo real de incidentes aéreos, continuam sendo alvos fáceis para condenações solidárias. É neste cenário de alta litigiosidade que a organização se converte em lucro e segurança.

Para resolver essa dor latente do mercado, a Konzup Hub desenvolveu o módulo Ordem em Dia. Esta ferramenta foi projetada especificamente para que agências e operadoras assumam o controle sobre os incidentes aéreos que afetam seus passageiros.

Ao centralizar a gestão de atrasos, cancelamentos e alterações de malha, o Ordem em Dia permite que a empresa documente cada etapa do atendimento e tenha provas robustas para afastar a responsabilidade civil em possíveis processos.

Utilizar tecnologia para organizar a operação é o que separa as agências que serão sufocadas pelas custas judiciais daquelas que vão escalar com segurança em 2026. O objetivo é transformar o problema crônico da aviação em um processo de atendimento impecável e blindado.

Quando a operação está em ordem, o foco da empresa volta para o que realmente importa: vender mais e oferecer a melhor experiência ao viajante, sem o medo constante de notificações judiciais inesperadas.

Fontes: ICL Notícias, Portal BE News, Portal Rota Jurídica e Panrotas

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